E um dia... resolvi que... este blog seria o meu caderno de receitas entre as minhas e as dos outros claro, que seja uma ajuda para quem gostar e precisar... para mim é um prazer. "Cozinhar é simultaneamente uma brincadeira de crianças e um prazer de adultos. Cozinhar com zelo é um ato de amor". Craig Claiborne
Acerca de mim
- Carmen Rodrigues
- O homem é um animal social e como tal tende a basear a sua vida no relacionamento com os outros.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
DITOS E DIZERES
Se alguém se sente incomodado com a tua presença, é porque conhece o teu brilho, sabe da tua força, inveja o teu carácter e teme que os outros vejam o quanto tu és melhor e o quanto a tua alma é evoluída... Não é a aparência... é a essência! Não é o dinheiro... é a educação! Não é a roupa... é a atitude! A ignorância gera inveja e o que não falta por aí são ignorantes!!
Falam de mim: deixo falar!
Criticam-me: deixo criticar!
Julgam-me: não tenho nada a ver!
O principal é: eu sei o que valho!
O que dizem os outros, não me importa!
Não toquem nas pessoas que "EU AMO" porque então aí sou intratável!!!... mesmo.....
"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho
questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada
e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior
alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto..."(Fernando Pessoa)
Falam de mim: deixo falar!
Criticam-me: deixo criticar!
Julgam-me: não tenho nada a ver!
O principal é: eu sei o que valho!
O que dizem os outros, não me importa!
Não toquem nas pessoas que "EU AMO" porque então aí sou intratável!!!... mesmo.....
"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho
questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada
e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior
alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto..."(Fernando Pessoa)
MÃE É MÃE...
PROFISSÃO MÃE
Ana foi renovar a sua carta de condução. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar
-"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
-" Claro que tenho um trabalho", exclamou Ana. -"Sou mãe".
-"Nós não consideramos "mãe" um trabalho. Vou colocar Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até ao dia em que me encontrei em situação idêntica...
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
-"Qual é a sua ocupação?" Perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
-"Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem...
Eu repeti pausadamente,enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exactamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
-"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipa (a minha família) e já recebi quatro projectos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, levantou-se e pessoalmente foi abrir-me a porta.
Quando cheguei a casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipa: - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Do andar de cima, pude ouvir o meu mais recente projecto (um bebé de seis meses), a testar uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante.
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas "Doutora-Sénior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós: "Doutora- Executiva-Sénior".
E as tias: "Doutora - Assistente".
Mande isto às futuras mães, às mães, avós, bisavós e tias que conheça.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras.
Doutoras na Arte de fazer a vida melhor!!
Ana foi renovar a sua carta de condução. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar
-"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
-" Claro que tenho um trabalho", exclamou Ana. -"Sou mãe".
-"Nós não consideramos "mãe" um trabalho. Vou colocar Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até ao dia em que me encontrei em situação idêntica...
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
-"Qual é a sua ocupação?" Perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
-"Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem...
Eu repeti pausadamente,enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exactamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
-"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipa (a minha família) e já recebi quatro projectos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, levantou-se e pessoalmente foi abrir-me a porta.
Quando cheguei a casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipa: - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Do andar de cima, pude ouvir o meu mais recente projecto (um bebé de seis meses), a testar uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante.
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas "Doutora-Sénior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós: "Doutora- Executiva-Sénior".
E as tias: "Doutora - Assistente".
Mande isto às futuras mães, às mães, avós, bisavós e tias que conheça.
Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras.
Doutoras na Arte de fazer a vida melhor!!
O REGRESSO
Depois de muitos dias de cansaço, fui de férias finalmente, depois conto como foi...
Hoje 24 de Setembro é so um regresso leve, mas prometo não deixar morrer este meu blog criado com algum carinho.
Hoje 24 de Setembro é so um regresso leve, mas prometo não deixar morrer este meu blog criado com algum carinho.
Eu já ia de férias outra vez pois foi um recomeçar muto cansativo!!
Evolução
Arde o corpo do sol, brotam feixes de luz:
O que é a luz?
Sol que morreu.
Dardeja a luz, dardeja e pulveriza a fraga:
Vai nesse pó, que há-de ser terra,
A luz extinta.
Gerou a terra a seara verde:
Hastes e folhas da seara verde
Comeram terra.
A seara é grada, o trigo é loiro:
Deu trigo loiro,
Morrendo ela.
O trigo é pão, é carne e é sangue:
Sangue vermelho, carne vermelha,
Trigo defunto.
Em carne e em sangue, eis o desejo:
Vive o desejo,
De carne morta.
Arde o desejo, eis o pecado:
Que são pecados?
Desejos mortos.
Queima o pecado o pecador:
Nasceu a dor; findou na dor
Pecado e morte.
A alma branca, iluminada,
Transfigurada pela dor,
Essa não vai à sepultura
Porque é já Deus na criatura,
Porque é o Espírito, é o Amor.
Na vida vã da terra sepulcral
Só o amor é infinito e só ele é imortal.
Morreu a luz, pulverizando a fraga,
Morreu a poeira, alimentando a seara;
Morreu a seara, que gerou o trigo;
Morreu o trigo, que deu vida à carne;
Morreu a carne, que nutriu desejo;
Morreu desejo, que se fez pecado;
Morreu pecado, que floriu em dor;
Morreu a dor, para nascer o Amor!
E só o Amor na vida sepulcral
É infinito e é imortal!
Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas'
Evolução
Arde o corpo do sol, brotam feixes de luz:
O que é a luz?
Sol que morreu.
Dardeja a luz, dardeja e pulveriza a fraga:
Vai nesse pó, que há-de ser terra,
A luz extinta.
Gerou a terra a seara verde:
Hastes e folhas da seara verde
Comeram terra.
A seara é grada, o trigo é loiro:
Deu trigo loiro,
Morrendo ela.
O trigo é pão, é carne e é sangue:
Sangue vermelho, carne vermelha,
Trigo defunto.
Em carne e em sangue, eis o desejo:
Vive o desejo,
De carne morta.
Arde o desejo, eis o pecado:
Que são pecados?
Desejos mortos.
Queima o pecado o pecador:
Nasceu a dor; findou na dor
Pecado e morte.
A alma branca, iluminada,
Transfigurada pela dor,
Essa não vai à sepultura
Porque é já Deus na criatura,
Porque é o Espírito, é o Amor.
Na vida vã da terra sepulcral
Só o amor é infinito e só ele é imortal.
Morreu a luz, pulverizando a fraga,
Morreu a poeira, alimentando a seara;
Morreu a seara, que gerou o trigo;
Morreu o trigo, que deu vida à carne;
Morreu a carne, que nutriu desejo;
Morreu desejo, que se fez pecado;
Morreu pecado, que floriu em dor;
Morreu a dor, para nascer o Amor!
E só o Amor na vida sepulcral
É infinito e é imortal!
Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas'
segunda-feira, 6 de junho de 2011
ADÁGIOS DE JUNHO
E chegou o mês de Junho, já cheira a, festas dos Santos Populares, Verão, praias e as tão esperadas férias, estamos a meio do ano, espera-se alguma mudança, não sabemos se para melhor ou pior, temos que cultivar a ESPERANÇA...
ADÁGIOS MÊS DE JUNHO
A chuva de S. João tolhe a vinha e não dá pão
Ande o Verão por onde andar no S. João há-de chegar
Até ao S. Pedro, o vinho tem medo
Chuva no S. João, bebe o vinho e come o pão
Chuva no S. João, talha o vinho e não dá pão
Cortiça em Junho, vai a punho, em Agosto vai a mascoto
Em Junho foicinha no punho
Galinhas de S. João pelo Natal poedeiras são
Guarda pão para Maio, lenha para Abril e o melhor tição para o S. João
Junho calmoso, ano famoso
Junho floreiro, paraíso verdadeiro
Lavra por S. João se queres ter pão
Ouriços no S. João são do tamanho dum botão
Para o S. João, guarda a velha o melhor tição
Pelo S. João a sardinha pinga no pão.
Pelo S. João deve o milho cobrir o chão
Pelo S. João deve o milho cobrir o rabo do cão
Pintos de S. João pela Páscoa ovos dão
Quando o vento ronda o mar, na noite de S. João não há Verão
Sardinha de S. João já pinga no pão
Se o vento bailar na noite de S. João tarda o Verão
Sol de Junho madruga muito
Um bom madeireiro pelo S. João há-de ter boa aceitação
Com o vento se limpa o trigo e os vícios com castigos.
Chuva junhal, fome geral.
ADÁGIOS MÊS DE JUNHO
A chuva de S. João tolhe a vinha e não dá pão
Ande o Verão por onde andar no S. João há-de chegar
Até ao S. Pedro, o vinho tem medo

Chuva no S. João, bebe o vinho e come o pão
Chuva no S. João, talha o vinho e não dá pão
Cortiça em Junho, vai a punho, em Agosto vai a mascoto
Em Junho foicinha no punho
Galinhas de S. João pelo Natal poedeiras são
Guarda pão para Maio, lenha para Abril e o melhor tição para o S. João
Junho calmoso, ano famoso
Junho floreiro, paraíso verdadeiro
Lavra por S. João se queres ter pão
Ouriços no S. João são do tamanho dum botão
Para o S. João, guarda a velha o melhor tição
Pelo S. João a sardinha pinga no pão.
Pelo S. João deve o milho cobrir o chão
Pelo S. João deve o milho cobrir o rabo do cão
Pintos de S. João pela Páscoa ovos dão
Quando o vento ronda o mar, na noite de S. João não há Verão
Sardinha de S. João já pinga no pão
Se o vento bailar na noite de S. João tarda o Verão
Sol de Junho madruga muito
Um bom madeireiro pelo S. João há-de ter boa aceitação
Com o vento se limpa o trigo e os vícios com castigos.
Chuva junhal, fome geral.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
ADÁGIOS DE MAIO

MAIO
Mês de Maio, mês das flores, mês de Maria, mês dos amores
A melhor cepa Maio a deita
Água de Maio, pão todo ano
Das castanhas à cerejo bem mal me vejo
Das cerejas à castanha bem a gente se amanha
De Maio a Abril há muito que pedir
De manhã ao monte, de tarde à fonte

Em Maio comem-se as cerejas ao borralho
Em Maio verás a água com que regarás
Favas, Maio as dá, Maio as leva
Guarda o melhor saio para Maio.
Maio chuvoso faz o ano formoso
Maio claro e ventoso faz ano rendoso
Maio couveiro não é vinhateiro
Maio frio, Junho quente, bom pão e vinho valente
Maio hortelão, muita palha e pouco pão
Maio jardineiro enche o celeiro
Maio pardo faz o pão grado
Maio pequenino, de flores enfeitadinho
Maio que não der trovoada não dá coisa estimada

Maio serôdio ou temporão, espiga o grão
Pela Ascensão, coalha a amêndoa, nasce o pinhão
Quando chove na Ascensão, até as pedrinhas dão pão
Quando em Maio não troa, não é ano de broa
Quem em Maio não merenda aos finados se encomenda
Sol de Maio e boa terra fazem melhor gado que o pastor mais afanado
Trovoada de Maio, depressa passa
domingo, 1 de maio de 2011
DIA DA MÃE


DIA DA MÃE
Especula-se que o Dia das Mães teve sua origem no início do século XX.
Nos Estados Unidos, uma jovem americana perdeu sua mãe e caiu em profunda depressão e tristeza. As amigas dela vendo o seu sofrimento decidiram fazer uma festa em homenagem à mãe falecida.
A festa, a pedido da menina, foi estendida a todas as mães, vivas ou mortas, e em pouco tempo esta celebração tomou os EUA, e foi oficializada sua comemoração nos dia 9 de Maio de todos os anos subsequentes até os dias de hoje, em Portugal já foi no dia 8 de Dezembro em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, e actualmente é no 1º Domingo de Maio.

Mãe
Teus braços sempre se abrem quando preciso de um abraço.
Teu coração sabe compreender quando preciso de uma amiga.
Teus olhos sensíveis se endurecem quando preciso de uma lição.
Tua força e teu amor me dirigiram pela vida e me deram as asas que eu precisava para voar.
Outros dados Históricos: A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos deuses.
O próximo registo está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

OBRIGADA MÃE
BEIJOS PARA TODAS AS MÃES
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